quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Crônicas da Minha Vida (202) + Abraçando teclados



.: ABRAÇANDO TECLADOS :.


A nostalgia que me impregna a alma.
É igualmente parecida com a quantidade de cabelos de minha cabeça.
Por que essa lonjura? Essa distância?
Qual a graça em ter e não tocar? Essa ânsia. Esse desejo.

Abraçar-te um abraço dado tantas vezes por teclado.
Um cheiro que é apenas imaginável.
Nunca dado realmente, nunca sentido...
Por que isso, essa inexplicável vontade? Esse sonho impossível!

Sinto-me constrangida por esse amor.
Amor de amigo, amiga, irmã... Almas irmãs!
Que dor. Que horror!

Tê-los mais não vê-los;
Amá-los, mas ter privados os braços do abraço.
Maldita distância. Que estraga tudo. Maldita!


-Patrícia Juliana
(mais poemas dela em Reminiscência)


.: CRÔNICAS DA MINHA VIDA (202) :.

1930.
P: Uh Mu Bu Gai Fei Di Tal!
F: “Meu bumbum está cheio de talco”? Mas que diabo de feitiço de boa sorte é esse?

1929.
*início OFICIAL das férias*
F: Ei, Idoso, tem aula amanhã?
Idoso: Não!
F: Ei, [censurado], tem aula amanhã?
Ai: Não!
F: Ei, [censurado]², tem aula amanhã?
G: Não!
F: Ei, [censurados], tem aula amanhã?
J(p) & Nh: Não!
F: (começa a dançar em cima da mesa, a qual está dentro da piscina) Ninguém tem aula manhã! Só o [primo mangaloide]
M(p): (owned).

1928.
F: Meu primo, eu estou doente e, mesmo assim, me atirei na piscina. Se eu morrer, por favor, faça o impossível para eu ser cremado e ter 10% das minhas cinzas entregues ao [grande mano esbranquiçado].
J(p): Pode deixar.
F: Bom primo.

1927.
F: (comendo um chocolate dietético) O legal de ser diabético é que eu como tudo sozinho.
Ju: Me dá um pedaço?
F: D'oh!


1926.
F: Égua, mana, adorei essa tua poltrona, vou roubá-la de você.
Ju: Não, não vai, não.
F: Vou sim, o [seu namorado] vai ficar te distraindo enquanto eu e o [pequeno mano messiânico] vamos roubá-la.
Ju: Você não vai fazer isso, vai?
Au: O quê?
Ju: Me distrair enquanto eles roubam a poltrona?
Au: Ah, não vou, não.
F: Isso, isso, isso, diga para ela que não irá nos ajudar, assim ela nunca suspeitará de nada.
Ju: (risos).

1925.
F: Para que existem camisinhas de morango, de laranja, de uva, etc, etc? Não dá para a menina sentir o gosto!
T: (sabiamente) Para combinar com a música.

1924.
CW: Felipette, vou dormir.
F: E eu vou assistir a um filme do Sylvester Stallone. Mesma hora e mesmo bat-canal amanhã?
CW: Yep.
F: Perfeito.
CW: Boa noite.
F: Boa noite, durma bem, tenha bons sonhos.
CW: Quero sonhar que tô cortando a perna de alguém e que tá saindo muito sangue, então eu tenho uma tela [de pintura] do meu lado e começo a desenhar nela.
F: OK, reformulando... Boa noite, durma bem, tenha sonhos burtonianos.

1923.
F: O que está parado mesmo é o meu livro: estou tendo dificuldade em construir um livro de origem que possa ser, facilmente, ligado ao restante do projeto.
PJ: Isso é [o] mais difícil mesmo. Mas você é inteligente, tirará de letra. Oras!
F: Torça por mim!
PJ: Torço sim!

1922.
He: (discutindo Watchmen) O Rorschach é [o] melhor... Ever.
F: Dr. Manhattan discorda.
He: Pega logo pesado, pô!
F: Claro, pô! Já viu um viking pegar leve (risos)?

1921.
Lu: Minha coluna dói.
F: Fique de pé por uns dez segundos: ajuda.
Lu: Tô com pregui[ça].
F: Engraçado que você está com tanta preguiça que nem termina de escrever “preguiça”.
Lu: Ai, não dá, é muito grande.
F: Curiosamente, eu vi uma atriz falando a mesma coisa durante o making of de um filme.


1 comentários:

Paju Monteiro disse...

Ah meu caro... Obrigada por esse carinho todo. Mano, és deveras especial para mim! Mesmo, mesmo!

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