700.
Você me amou no passado,
Eu te amei no futuro,
Mas não é uma pena, menina problema?
Nós fomos separados pelo tempo,
E agora esta tudo acabado...
699.
Co: Me empresta o celular pra ligar pro papai?
F: Tá, mas tenho pouco crédito, liga a cobrar (entrega o celular).
Co: (digita o número).
F: (pega o celular de volta e cancela a ligação).
Co: Por que você fez isso?
F: Porque você digitou só oito números.
Co: E daí?
F: E daí que quem liga a cobrar digita doze (piscadela).
Co: Eu te odeio.
698.
C: Eu disse pra ela que você era meio tímido.
F: (exasperado) Por que você mentiu pra ela?
697.
F: Cara, esse lugar [o quarto de um amigo] tá um lixo.
Ca: O Johnny Depp deve ter dado uma passada por aqui.
F: (franzindo a testa) Johnny Depp? Sério? Você não acha que essa referência esta, uh, uns 17 anos atrasada? O homem tem família agora! Ele não é mais desse jeito.
696.
F: Acabei de contar à [minha “noiva”] uma história interessante sobre como você inventou a Regra dos Três Dias e o “toca aqui!”.
T: (boquiaberto) E nem eu sei essas histórias!
F: Sério?
T: Bem, se eu sei, eu não me lembro. Refresque a minha memória.
F: Claro, claro, com prazer. Você inventou a Regra dos Três Dias durante o tempo em que ficou no Mundo dos Mortos. Você poderia ter voltado no mesmo dia, mas não quis, afinal, ninguém acreditaria que tinha morrido de fato. Também poderia ter ressuscitado no segundo dia, contudo era sábado, então estava todo mundo mais preocupado com o churrascão no pátio do Pilatos do que com qualquer outra coisa. Por isso decidiu ressuscitar apenas três dias mais tarde, pois não somente daria tempo para a notícia da sua morte se espalhar como também encontraria todo mundo na igreja logo de manhã, o que tornaria mais fácil para você mostrar que tinha ressuscitado. Curiosamente, foi nesse mesmo momento em que você inventou o "toca aqui", mas isso é outra história. Hoje em dia, anos mais tarde, a Regra dos Três Dias foi atualizada por você reencarnado e agora consiste em esperar três dias antes de ligar para a menina para não parecer desesperado ou carente.
T: (rindo) Ah, tá.
695.
Co: (tentando ser engraçada) Namorado é que nem uma segunda bolsa, a gente põe tudo que não cabe na bolsinha de sair nos bolso dele, incluindo o vibrador.
F: (não perdendo a deixa) E namorada é que nem manga da casa do vizinho: a gente pega e come de graça.
694.
F: Me conte uma história que prove que ela [sua amiga de escola] é mesmo uma porra louca.
J(p): Ela enfiou um compasso na perna do [meu amigo].
F: Ah, com certeza ela teve um motivo para fazer isso, digo, ele deve ter chegado nela e dito algo como “Ei, quer transar?”.
J(p): Foi justamente isso que ele disse!
F: Uh, caramba!
693.
F: Eu não sei o que é mais triste: essa aula de Geografia ou o fato de o [nosso primo] ter parado de falar com a amiga dele para falar conosco.
J(p): Eu apostaria na segunda opção.
692.
F: (invejoso) Filho da puta de cabelo bacana!
Primo(Co): Você realmente esta cobiçando o cabelo daquele cara? Cara, eu sou tão gay quanto um pônei rosa e não tenho inveja do cabelo dos outros.
F: Ei, o que há de gay em um pônei rosa?
691.
F: (maquiavélico) Ei, meu primo, não quer tirar uma foto da minha falta de interesse na aula?
M(p): (todo sorridente, pega o celular e bate a bendita foto, então entrega o celular para eu dar uma olhada na mesma).
F: (olha a foto e depois devolve o celular).
J(p): Pra que essa foto?
F: (sussurrando) Pra descobrir se a menina que tá sentada aqui do meu lado é bonita ou não sem ter que me virar para ela.
J(p): Boa!
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Crônicas da Minha Vida (79)
690.
F: OK, eu tenho que ir. Você vai sentir minha falta, né?
Co: Você quer que responda com sinceridade?
F: (olhar de cachorrinho pidão) Nem um pouquinho?
Co: (rindo) Tchau, Felipe.
689.
F: Ei, fofa, eu preciso falar contigo.
Co: Agora não, eu tô ocupada. Trigonometria. Odeio essa matéria. Isso quer dizer que eu não tenho tempo para as suas bobagens e gracinhas.
F: (exasperado) Mas...!
Co: Nem para os seus comentários sarcásticos e histórias engraçadas sobre o teu primo.
688.
S: Preciso te dizer uma coisa: eu sou muito, muito seletiva.
F: Nesse caso, me sinto lisonjeado.
S: Eu também sou muito, muito desconfiada, muito, muito irracional e tenho um pavio muito, muito curto.
F: Então será uma noite adorável.
687.
S: Você esta tentando me seduzir é?
F: Absolutamente não! O pensamento nunca passou pela minha cabeça... Mais de seis ou dez vezes.
686.
P: Ela [tua amiga] merece ser comida gostosamente, puxa!
F: Tudo bem, se é tão importante assim para você, eu faço isso.
685.
P: Mano, vou me jantar.
F: Canibal!
684.
C: (mostra uma foto do Eric Bana) Um charme!
F: Humm... Eu poderia ser o Eric Bana, mas não fico bem de verde.
683.
F: OK, se controle, você esta pirando o cabeção!
Co: Eu sei! Não quer pirar junto comigo?
682.
J: Ah, eu contei que fui seqüestrado?
F: Eh, não, eu creio que me lembraria disso.
681.
F: Aquele cara [com quem você esta saindo] é gay.
Co: Ele não é gay.
F: Por favor, dois beijinhos no rosto, uma roupa mais apertada que... OK, eu não consigo pensar numa metáfora não-sexual, então vamos ignorar esse pedaço.
Jo: Curte Coldplay.
F: Ei, qual é o problema com Coldplay?
F: OK, eu tenho que ir. Você vai sentir minha falta, né?
Co: Você quer que responda com sinceridade?
F: (olhar de cachorrinho pidão) Nem um pouquinho?
Co: (rindo) Tchau, Felipe.
689.
F: Ei, fofa, eu preciso falar contigo.
Co: Agora não, eu tô ocupada. Trigonometria. Odeio essa matéria. Isso quer dizer que eu não tenho tempo para as suas bobagens e gracinhas.
F: (exasperado) Mas...!
Co: Nem para os seus comentários sarcásticos e histórias engraçadas sobre o teu primo.
688.
S: Preciso te dizer uma coisa: eu sou muito, muito seletiva.
F: Nesse caso, me sinto lisonjeado.
S: Eu também sou muito, muito desconfiada, muito, muito irracional e tenho um pavio muito, muito curto.
F: Então será uma noite adorável.
687.
S: Você esta tentando me seduzir é?
F: Absolutamente não! O pensamento nunca passou pela minha cabeça... Mais de seis ou dez vezes.
686.
P: Ela [tua amiga] merece ser comida gostosamente, puxa!
F: Tudo bem, se é tão importante assim para você, eu faço isso.
685.
P: Mano, vou me jantar.
F: Canibal!
684.
C: (mostra uma foto do Eric Bana) Um charme!
F: Humm... Eu poderia ser o Eric Bana, mas não fico bem de verde.
683.
F: OK, se controle, você esta pirando o cabeção!
Co: Eu sei! Não quer pirar junto comigo?
682.
J: Ah, eu contei que fui seqüestrado?
F: Eh, não, eu creio que me lembraria disso.
681.
F: Aquele cara [com quem você esta saindo] é gay.
Co: Ele não é gay.
F: Por favor, dois beijinhos no rosto, uma roupa mais apertada que... OK, eu não consigo pensar numa metáfora não-sexual, então vamos ignorar esse pedaço.
Jo: Curte Coldplay.
F: Ei, qual é o problema com Coldplay?
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Crônicas da Minha Vida (78)
680.
F: Peraí, peraí, pise no freio, você nunca fantasiou com outras mulheres além da [sua namorada]?
Ca: (sem jeito) Já, mas, ah, fantasiar é que nem trair, então eu primeiro penso numa história em que a [minha namorada] tenha morrido para depois fantasiar direito.
F: Isso foi mais estranho que o Hugh Laurie interpretando o pai do Stuart Little.
679.
F: Todo mundo pensa que você é uma santa!
C: É por isso que a minha novela preferida é “Paraíso”.
F: Péssima piada.
678.
F: Então, você namora homens imaturos?
S: Quase que exclusivamente.
677.
Pessoal: (ignorando-me).
F: Devo usar a minha invisibilidade para combater o mal ou para ser mal?
676.
Ca: Preciso de um conselho.
F: Eu não sou bom em dar conselhos, mas um comentário sarcástico te interessaria?
675.
Af: Você é um cara muito, muito estranho.
F: (sorrindo) Você vai chegar lá algum dia.
674.
F: Seguinte, eu tenho duas coisas para te dizer: número um, de modo algum use o terceiro box do banheiro [daqui do Universo].
J(p): Certo. Número dois?
F: Exatamente.
673.
P: Esse é o espírito, tá no caminho certo. Tem só uma pedrinha impedindo você, você já tropeçou nela algumas vezes, tá na hora de pular ela ou chutá–la.
F: Fique à vontade para se preocupar, afinal, sei que você vai se preocupar de um jeito ou de outro, mas não tenha dúvida: EU VOU SER O CAMPEÃO FINAL DESSA VEZ!!
672.
P: Venha me ver à tarde, te mostro as coisinhas [meus escritos], e não, não me refiro ao que sua mente poluída pensou.
F: Ugh! A gente se conhece tão bem ao ponto de que você já sabia que eu ia fazer piada? Caramba, intimidade é uma desgraça!
671.
P: Eu fiz até um texto sobre o meu encontro com o diabo, escrevi quando tava mal pra caralho.
F: Eu não sabia que o [gigantesco mano satânico] tinha ido te visitar!
F: Peraí, peraí, pise no freio, você nunca fantasiou com outras mulheres além da [sua namorada]?
Ca: (sem jeito) Já, mas, ah, fantasiar é que nem trair, então eu primeiro penso numa história em que a [minha namorada] tenha morrido para depois fantasiar direito.
F: Isso foi mais estranho que o Hugh Laurie interpretando o pai do Stuart Little.
679.
F: Todo mundo pensa que você é uma santa!
C: É por isso que a minha novela preferida é “Paraíso”.
F: Péssima piada.
678.
F: Então, você namora homens imaturos?
S: Quase que exclusivamente.
677.
Pessoal: (ignorando-me).
F: Devo usar a minha invisibilidade para combater o mal ou para ser mal?
676.
Ca: Preciso de um conselho.
F: Eu não sou bom em dar conselhos, mas um comentário sarcástico te interessaria?
675.
Af: Você é um cara muito, muito estranho.
F: (sorrindo) Você vai chegar lá algum dia.
674.
F: Seguinte, eu tenho duas coisas para te dizer: número um, de modo algum use o terceiro box do banheiro [daqui do Universo].
J(p): Certo. Número dois?
F: Exatamente.
673.
P: Esse é o espírito, tá no caminho certo. Tem só uma pedrinha impedindo você, você já tropeçou nela algumas vezes, tá na hora de pular ela ou chutá–la.
F: Fique à vontade para se preocupar, afinal, sei que você vai se preocupar de um jeito ou de outro, mas não tenha dúvida: EU VOU SER O CAMPEÃO FINAL DESSA VEZ!!
672.
P: Venha me ver à tarde, te mostro as coisinhas [meus escritos], e não, não me refiro ao que sua mente poluída pensou.
F: Ugh! A gente se conhece tão bem ao ponto de que você já sabia que eu ia fazer piada? Caramba, intimidade é uma desgraça!
671.
P: Eu fiz até um texto sobre o meu encontro com o diabo, escrevi quando tava mal pra caralho.
F: Eu não sabia que o [gigantesco mano satânico] tinha ido te visitar!
Crônicas da Minha Vida (77)
670.
F: Você sabe reconhecer uma mulher desesperada e carente?
J(nP): Fácil, fácil: minha amiga [Srta. Insegurança].
669.
F: Te juro: se não fosse a minha incapacidade de ser tão cruel e perverso, já teria tratado de arranjar uma namorada no CESEP unicamente para obrigá–la a ver a minha felicidade.
T: Bem, ainda bem que você é você.
F: Não, não, ainda bem que eu faço questão de ser um dos mocinhos. O mundo já esta cheio de bandidos.
668.
T: (após mandar uma foto) Duas coisas: a imagem não foi retocada e eu tenho um roxão na cara como você pode perceber.
F: (brincando) É que você se meteu numa briga com um cara que se sentou no teu lugar no bar.
T: (risos) Eu sou o mal é?
F: Ah, um verdadeiro bad boy! Do tipo que dá porrada em quem olha torto, cospe no chão e chuta gato na rua!
667.
P: O [gigantesco mano satânico] vai levar a Primeira Dama dele, brother, a gente vai conhecê–la.
F: Yahoo! Descobriremos se ela é um mito, um robô que ele construiu ou uma menina de verdade!
666.
P: (finalizando uma história)... Aí ela parou de gostar de linguiças e começou a gostar de borboletas.
F: Não posso culpá–la: borboletas são saborosas.
P: Sem dúvidas!
665.
F: Quando eu passar no Vestibular este ano, você será a quarta pessoa a cortar um pedaço do meu cabelo.
C: (sorriso maligno) Vou levar um barbeador.
F: (arrependido) Você é maligna.
664.
J(p): Você é muito autoconfiante.
F: Claro, ora! Se eu não confiar em mim, quem terá a coragem de confiar?
663.
Lc: Ei, você soube o que aconteceu com o [nosso antigo professor]?
J(p): Não, não.
Lc: Ele foi assaltado: lincharam–no e levaram o carro dele.
J(p): Coitado, ele é gente boa.
F: Coitado de mim que nem carro eu tenho!
662.
F: Por que você não vai lá falar com ela [menina que, na ocasião, estava sentada ao meu lado]?
M(p): Porque ela não gosta de falar, ela gosta de prestar atenção na aula.
J(p): Se o Tom Cruise viesse falar com ela, acha que ela prestaria atenção na casa?
M(p): Mas aí são outros quinhentos...
F: Que nada! Tenha o charme do Tom Cruise e vá falar com ela (piscadela).
Um comentário: ele não foi falar com ela.
661.
F: OK, situação hipotética: você esta na seca há um ano, daí uma menina de 90kg, cheia de celulite, que não se depila, tem um mau hálito e cujas unhas mais parecem garras de urso do que qualquer outra coisa dá em cima de você – te pergunto: rola?
Jo: Ela? Claro que rola. Rola ladeira abaixo.
F: Você sabe reconhecer uma mulher desesperada e carente?
J(nP): Fácil, fácil: minha amiga [Srta. Insegurança].
669.
F: Te juro: se não fosse a minha incapacidade de ser tão cruel e perverso, já teria tratado de arranjar uma namorada no CESEP unicamente para obrigá–la a ver a minha felicidade.
T: Bem, ainda bem que você é você.
F: Não, não, ainda bem que eu faço questão de ser um dos mocinhos. O mundo já esta cheio de bandidos.
668.
T: (após mandar uma foto) Duas coisas: a imagem não foi retocada e eu tenho um roxão na cara como você pode perceber.
F: (brincando) É que você se meteu numa briga com um cara que se sentou no teu lugar no bar.
T: (risos) Eu sou o mal é?
F: Ah, um verdadeiro bad boy! Do tipo que dá porrada em quem olha torto, cospe no chão e chuta gato na rua!
667.
P: O [gigantesco mano satânico] vai levar a Primeira Dama dele, brother, a gente vai conhecê–la.
F: Yahoo! Descobriremos se ela é um mito, um robô que ele construiu ou uma menina de verdade!
P: (finalizando uma história)... Aí ela parou de gostar de linguiças e começou a gostar de borboletas.
F: Não posso culpá–la: borboletas são saborosas.
P: Sem dúvidas!
665.
F: Quando eu passar no Vestibular este ano, você será a quarta pessoa a cortar um pedaço do meu cabelo.
C: (sorriso maligno) Vou levar um barbeador.
F: (arrependido) Você é maligna.
664.
J(p): Você é muito autoconfiante.
F: Claro, ora! Se eu não confiar em mim, quem terá a coragem de confiar?
663.
Lc: Ei, você soube o que aconteceu com o [nosso antigo professor]?
J(p): Não, não.
Lc: Ele foi assaltado: lincharam–no e levaram o carro dele.
J(p): Coitado, ele é gente boa.
F: Coitado de mim que nem carro eu tenho!
662.
F: Por que você não vai lá falar com ela [menina que, na ocasião, estava sentada ao meu lado]?
M(p): Porque ela não gosta de falar, ela gosta de prestar atenção na aula.
J(p): Se o Tom Cruise viesse falar com ela, acha que ela prestaria atenção na casa?
M(p): Mas aí são outros quinhentos...
F: Que nada! Tenha o charme do Tom Cruise e vá falar com ela (piscadela).
Um comentário: ele não foi falar com ela.
661.
F: OK, situação hipotética: você esta na seca há um ano, daí uma menina de 90kg, cheia de celulite, que não se depila, tem um mau hálito e cujas unhas mais parecem garras de urso do que qualquer outra coisa dá em cima de você – te pergunto: rola?
Jo: Ela? Claro que rola. Rola ladeira abaixo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Crônicas da Minha Vida (76)
660.
P: Meu bebê, eu senti sua falta.
F: Espero que não na hora do curativo [pós–operatório de frenoplastia].
659.
Co: Por que homem não liga para a aparência?
F: Claro que ligamos: bonitas e bem–cuidadas!
658.
Co: Eu me pergunto o que os marcianos pensam quando nos veem limpando o cocô dos cachorros.
F: Provavelmente devem pensar que são nossos deuses ou coisa do tipo.
657.
Ca(C): E aí, velho, beleza? Lembra de mim?
F: Não.
656.
C: Felipe, o que você fez com o teu rosto? Tá tão limpinho...
F: Simples: parei de me estressar com mulher.
655.
F: Ai, ai, ai, ai. A vida seria tão mais fácil caso o [censurado] morasse numa casa de dois andares e o quarto dele tivesse uma janela virada pra rua.
J(nP): Não entendi mesmo essa.
F: É porque aí você poderia ir até a casa dele com um aparelho de som, erguê–lo em direção a tal janela e ficar segurando–o enquanto toca a música preferida do [censurado]. Ou você nunca viu esse filme do John Cusack?
J(nP): Nunca vi! Não seria muito romântico colocar algum black metal anticristo, eu teria que colocar uma das minhas músicas preferidas (risos).
654.
F: Eu não tenho mais paciência para esse “joguinho” [de flertar e cortejar].
Pa: Desde quando?
F: Desde as 21h54min do dia 23 de maio de 2009.
653.
J(nP): Ah, me diga por que a sua coluna esta doendo, você fugiu do assunto.
F: Tem certeza? É o tipo de coisa que faz você dizer algo como “informação demais” logo em seguida.
J(nP): Você tá que tá, hein, cunhado! Me senti conversando com o Charlie do Two And A Half Men!
652.
J(nP): Ela [minha amiga] me estressa com essas conversas.
F: Que conversas?
J(nP): Cada hora ela tá apaixonada por um diferente, não tenho mais paciência! Depois de você e do término mesmo com o [censurado], parece que a menina atira mais para todos os lados do que antes!
F: Uau! Nunca imaginei que ela fosse tão Rambo!
651.
An: Aquele que falou comigo no seu celular era o seu irmão?
F: Sim, sim. O próprio.
P: Meu bebê, eu senti sua falta.
F: Espero que não na hora do curativo [pós–operatório de frenoplastia].
659.
Co: Por que homem não liga para a aparência?
F: Claro que ligamos: bonitas e bem–cuidadas!
658.
Co: Eu me pergunto o que os marcianos pensam quando nos veem limpando o cocô dos cachorros.
F: Provavelmente devem pensar que são nossos deuses ou coisa do tipo.
657.
Ca(C): E aí, velho, beleza? Lembra de mim?
F: Não.
656.
C: Felipe, o que você fez com o teu rosto? Tá tão limpinho...
F: Simples: parei de me estressar com mulher.
655.
F: Ai, ai, ai, ai. A vida seria tão mais fácil caso o [censurado] morasse numa casa de dois andares e o quarto dele tivesse uma janela virada pra rua.
J(nP): Não entendi mesmo essa.
F: É porque aí você poderia ir até a casa dele com um aparelho de som, erguê–lo em direção a tal janela e ficar segurando–o enquanto toca a música preferida do [censurado]. Ou você nunca viu esse filme do John Cusack?
J(nP): Nunca vi! Não seria muito romântico colocar algum black metal anticristo, eu teria que colocar uma das minhas músicas preferidas (risos).
654.
F: Eu não tenho mais paciência para esse “joguinho” [de flertar e cortejar].
Pa: Desde quando?
F: Desde as 21h54min do dia 23 de maio de 2009.
653.
J(nP): Ah, me diga por que a sua coluna esta doendo, você fugiu do assunto.
F: Tem certeza? É o tipo de coisa que faz você dizer algo como “informação demais” logo em seguida.
J(nP): Você tá que tá, hein, cunhado! Me senti conversando com o Charlie do Two And A Half Men!
652.
J(nP): Ela [minha amiga] me estressa com essas conversas.
F: Que conversas?
J(nP): Cada hora ela tá apaixonada por um diferente, não tenho mais paciência! Depois de você e do término mesmo com o [censurado], parece que a menina atira mais para todos os lados do que antes!
F: Uau! Nunca imaginei que ela fosse tão Rambo!
651.
An: Aquele que falou comigo no seu celular era o seu irmão?
F: Sim, sim. O próprio.
Sobre mim
- Felipe Cruz
- Belém, Pará, Brazil
- Café, livros, filmes, músicas, devaneios e muito sarcasmo.

